Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

O sinal de Stella Kim no gelo

Há uma patinadora sul-coreana (vencedora de uma medalha de prata em Sochi) que, dos jogos olímpicos invernais de Vancouver (2010) para diante, antes de iniciar a competição faz silenciosamente o sinal da cruz: foi assim que Stella Kim Yu-na tornou-se, sem querr, um símbolo da Igreja católica da Coreia do Sul. Nasceu em 1990 e iniciou a patinar aos cinco anos, quase por brincadeira, Depois de ter ganho, com 12 anos, os campeonatos sul-coreanos de patinagem artística, estreou-se nas cena internacional, chegando ao segundo lugar em diversas competições internacionais. Em 2005, uma dupla viragem: sérios problemas nos joelhos e nos pés primeiro, depois também na coluna, obrigam-na a estar longe do gelo durante longos meses, ao ponto que a sua carreira parece estar irremediavelmente comprometida. Mas foi então, através de Cho, um católico que guia a clínica privada onde é seguida em Seul, Yu-na entra em contacto com algumas freiras, iniciando – com a madre - o seu caminho de conversão. Por fim, em 2007, o tratamento parece que funcione e a rapariga volta ao gelo: chega ao terceiro lugar nacional. Pregada no uniforme tem a medalha abençoada da Nossa Senhora que as freiras lhe deram. Por isto a jovem escolheu Stella como nome de baptismo, para honrar a Virgem, Estrela da Manhã. No dedo tem um anel com os grãos do Rosário. Stella conta que a fé deu-lhe uma nova paz: «No momento do baptismo senti um grande consolo no meu coração. Percebi que era o amor de Deus e prometi-lhe que rezaria sempre».

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

21 de Agosto de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS