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O sexo frágil

«À primeira vista – escreveu há algumas semanas «The Economist» no seu editorial – hoje pareceria que o patriarcado prospera», com os homens que dominam da política à tecnologia, passando pelo cinema. «Poderia portanto parecer singular alarmar-se pela má situação na qual os homens se encontram. Ao contrário, há muitas causas de preocupação». Em geral os homens acabam na prisão muito mais do que as mulheres, têm a taxa de suicídios mais elevada, muitas vezes estão separados dos seus filhos e estudam menos do que as mulheres, mas há contudo um grupo que sofre de modo particular: são «os homens pobres e pouco instruídos dos países ricos que têm grandes dificuldades de se relacionarem com as enormes mudanças que se verificaram no sector privado e no mundo do trabalho no último meio século». O resultado, para eles, «é uma combinação envenenada de nenhum trabalho, nenhuma família, nenhuma perspectiva». E o semanal inglês conclui do seguinte modo: «A crescente igualdade entre os sexos é uma das maiores conquistas da era pós-bélica: em relação ao passado, as pessoas têm mais oportunidades de perseguir ambições pessoais prescindindo do seu sexo. Mas alguns homens faliram no seu relacionamento com este novo mundo. Chegou o momento de os ajudar». Para o bem-estar de todos, seria bom acrescentar.

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19 de Agosto de 2019

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