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O sacerdote que salva as prostitutas

«Olhou para mim como uma pessoa»: com estas palavras, inspiradas nas de Bernadette após a aparição da Virgem, a associação francesa Magdalena resume a sua missão. Fundada pelo padre Jean-Philippe Chauveau com um grupo de leigos em 1998 e comprometidas na reabilitação das prostitutas, em setembro abriu a casa de acolhimento Maison Magdalena num ex-mosteiro beneditino em Ecuelles, a sul de Fontainebleau. As três hóspedes da Maison Magdalena seguem cursos de costura, botânica e fabricação de velas, antiga especialidade das irmãs do mosteiro. Uma infância particularmente difícil une Chauveau às pessoas que ele mesmo ajuda: as reiteradas violências físicas e sexuais das quais foi vítima em tenra idade lançaram-no no mundo do crime, fazendo com que aos treze anos acabasse num reformatório. Aqui, no entanto, encontrou um educador que o fez descobrir o mundo das artes, ponto de partida para a sua mudança. «Foi pelo facto de me terem fechado, quando eu era criança, as portas da vida que sinto um desejo tão grande de abrir as do coração do próximo para fazer penetrar a ternura de Deus», escreveu.

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20 de Agosto de 2019

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