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O respeito é mais forte do que o conflito

· Ao movimento eucarístico juvenil o Papa recorda a importância do diálogo ·

É uma forma de guerra também rejeitar ao mar quem foge de outro país

Rejeitar ao mar quem escapa de um país para o outro em busca de hospitalidade — como aconteceu com os refugiados rohingya em fuga do Myanmar — é uma forma de guerra, de violência e de morte, que deriva de um conflito não resolvido, afirmou o Papa Francisco na manhã de 8 de Agosto, recebendo 1.500 membros do movimento eucarístico juvenil. 

Durante a audiência na sala Paulo VI, o Pontífice respondeu com palavras improvisadas às perguntas de seis jovens de várias nações do mundo. Nas expressões de Francisco, antes de tudo um convite a enfrentar com o espírito justo as tensões e os conflitos que se manifestam na vida pessoal e social: o caminho é do respeito e do diálogo, disse, recordando que no Médio Oriente os cristãos e as minorias religiosas são perseguidos porque desrespeitados na sua identidade. Mais ligadas à realidade juvenil as outras respostas do Papa que, além disso, exortou a saber distinguir a alegria verdadeira — que vem do Senhor — da falsa e superficial, que no início pode contentar mas no fim destrói. Depois, referiu-se à necessidade do diálogo entre as gerações: entre pais e filhos, e também com os avós, os grandes esquecidos da nossa época. Enfim, o Pontífice frisou a importância da amizade na vida de fé e evocou de novo a necessidade de fazer memória, de recordar o que Jesus fez pelo homem.

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13 de Dezembro de 2019

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