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O primeiro recanto de paz

· Missa do secretário de Estado para o jubileu dos militares ·

Ser «construtores de paz entre os homens»: foi esta a missão que o cardeal Pietro Parolin indicou aos participantes no jubileu das forças armadas e de polícia, celebrando a missa na basílica vaticana na manhã de domingo, 1 de maio.

Depois de se terem encontrado com o Papa Francisco na audiência jubilar de sábado 30 de abril, os muitos militares que vieram a Roma para o ano santo extraordinário foram à basílica de São Pedro para atravessar a porta santa, acompanhados pelos capelães dos vários corpos. Inspirando-se no Evangelho proclamado pouco antes o secretário de Estado, na homilia, indicou «dois modos para obter a vida verdadeira: observar a palavra do Senhor e acolher a sua paz». Quanto ao primeiro, o purpurado evidenciou que «a observância da palavra se torna medida do nosso amor». Mesmo se «observar e pôr em prática a palavra de Jesus e os seus ensinamentos» nem «sempre é fácil», mas é «possível» – disse – «quando nos abrimos à fé, à oração, à escuta do Evangelho, à graça dos sacramentos; quando vencemos o egoísmo e nos doamos aos outros, quando nos acolhemos fraternalmente, quando carregamos os pesos uns dos outros, sem temor de enfrentar sacrifícios».

Em relação ao segundo tema, o cardeal Parolin antes de mais observou a diferença, «entre a paz de Jesus e a paz do mundo», fazendo referência a um texto do Vaticano II, a Gaudium et spes. E dado que «a paz é aspiração insuprimível do coração humano», os pertencentes às Forças armadas e de polícia estão chamados a «agir por ela, começando por educar para a paz, para uma cultura da paz, da concórdia, da solidariedade, da caridade». Mas, advertiu o celebrante, «a paz começa dentro do coração, pois no coração dos homens nascem tanto as desavenças como as reconciliações. O coração é o primeiro recanto do mundo que precisa de paz».

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20 de Setembro de 2019

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