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O Papa e os sete «piripicchi»

O «sacerdote romano» Domenico Tardini tinha razão: realmente os seus «piripicchi» de Villa Nazareth – assim chamava os jovens órfãos e pobres que acolhia e fazia estudar – aprenderam a «negociar talentos para fazer o bem», com o estilo de «quem sabe arriscar, está disposto a sujar as mãos e não tem medo de errar». E os «piripicchi» de ontem e de hoje testemunharam-no pessoalmente, na tarde de sábado 18 de junho, acolhendo o Papa Francisco na sua sede histórica em Pineta Sacchetti, desde há setenta anos um verdadeiro «centro educativo avançado». Assim, arriscando e sem medo, estabeleceram um diálogo aberto com o Pontífice, que durou cerca de meia-hora. Sete perguntas colocadas pelos representantes das três gerações que fizeram a história de Villa Nazareth: a começar por Antonio Casamassimi, conhecido por todos como Tonino, com setenta e dois anos de Nápoles que foi acolhido pessoalmente por Tardini quando tinha apenas cinco anos.

A conversação do Papa

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17 de Agosto de 2019

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