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O Papa da modernidade

· No Angelus a recordação de Paulo VI quarenta anos depois da morte ·

O aplauso da praça de São Pedro para Paulo VI, o «grande Papa da modernidade». Responderam com convicção os vinte mil fiéis presentes no Angelus de 5 de agosto, vigília do quadragésimo aniversário da morte do Pontífice de Bréscia, quando o Papa Francisco recordou «com tanta veneração e gratidão» o seu predecessor, pedindo um aplauso para ele. «Na expetativa da sua canonização, a 14 de outubro próximo» — foi a invocação do Papa — Montini «do céu interceda pela Igreja, que tanto amou, e pela paz no mundo». Um testemunho de afeto renovado na manhã do dia seguinte, na festa da Transfiguração do Senhor, com a visita ao túmulo de Paulo VI nas Grutas do Vaticano.

Antes da recitação da oração mariana, como de costume Francisco comentou o evangelho do dia, tirado de João 6, 24-35. Nestas últimas semanas, explicou, «a liturgia mostrou-nos Jesus que vai ao encontro das multidões e das suas necessidades». Mas «na narração hodierna a perspetiva muda: é a multidão, saciada por Jesus, que se põe novamente a procura dele». Mas isto «para Jesus não é suficiente»; de facto, ele «deseja que a sua busca e o encontro com ele vão além da satisfação imediata das necessidades materiais». Cristo «veio abrir a nossa existência a um horizonte mais amplo em relação às preocupações diárias de se nutrir, de se vestir, da carreira». E fazendo assim — concluiu o Pontífice — «o Senhor convida-nos a não esquecer que, se é necessário preocupar-nos pelo pão, é ainda mais importante cultivar a relação com ele, que é o “pão da vida”».

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21 de Agosto de 2019

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