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O mundo exprime surpresa e respeito

A notícia da renúncia de Bento XVI ao pontificado deu em pouco tempo a volta ao mundo, monopolizando os sites dos jornais e as transmissões televisivas directas e catalisando a atenção da rede, como demonstra o facto de ter passado imediatamente para o primeiro plano no twitter. Enquanto em todas as partes do mundo se comenta o acontecimento, chegam de todas as capitais demonstrações de estima e de reconhecimento à obra do Pontífice.

O presidente da República italiana, Giorgio Napolitano, falou de «coragem e sentido de responsabilidade extraordinárias». A  chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou  que se trata de «uma notícia que emociona e suscita o meu maior respeito». De decisão «altamente respeitável» falou o presidente francês, François Hollande. De Londres, o primeiro ministro britânico, David Cameron, escreveu numa nota que deseja enviar os seus melhores bons votos ao Papa depois do seu anúncio de hoje.

O arcebispo de Canterbury, Justin Welby, primaz da Comunhão anglicana, explicou  que  recebeu «com tristeza e plena compreensão» a notícia da decisão de Joseph Ratzinger de deixar o ministério de bispo de Roma, um papel – afirmou - «desempenhado com grande dignidade, visão e coragem».  O primaz da Comunhão anglicana agradeceu a Deus pela vida de Bento XVI «dedicada profundamente, em palavras e obra, na oração e no serviço generoso, ao seguimento de Cristo».  O Patriarcado ortodoxo de Moscovo recordou a «dinâmica positiva» que Bento XVI garantiu nas relações ecuménicas e espera que esta dinâmica continue também com o seu sucessor.

Yona Metzger, rabino-chefe de Israel, louvou o Papa pelo rumo dado ao diálogo entre as religiões.

Enfim, Izzedin Elzir, presidente da União das comunidades islâmicas da Itália, falou de escolha corajosa que se deve respeitar.

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16 de Setembro de 2019

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