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​O jubileu nos bolsos

· ​Na audiência geral o Papa Francisco recordou a necessidade de combater a pobreza e a desigualdade ·

«Se o jubileu não chegar aos bolsos, não é um verdadeiro jubileu». No início do tempo quaresmal, durante a audiência geral na quarta-feira de Cinzas, o Papa exortou a viver o ano santo no sinal da partilha e da justiça.

Aos numerosos fiéis presentes na praça de São Pedro na manhã do dia 10 de Fevereiro, Francisco ofereceu uma reflexão histórica sobre as origens bíblicas do jubileu, actualizando os seus conteúdos com um convite a promover a justiça e a partilha. Particularmente comovedoras as suas palavras contra a agiotagem. «Quantas famílias estão na rua, vítimas da usura!», constatou. Eis a exortação: «Por favor rezemos, a fim de que neste jubileu o Senhor tire do coração de todos nós a vontade de possuir mais, a especulação. Que voltemos a ser generosos, grandes».

«Quantas situações de usura – acrescentou – somos obrigados a ver e quanto sofrimento e angústia causam às famílias». A ponto que «muitas vezes, no desespero», alguns «homens acabam por se suicidar porque não aguentam a situação e perdem a esperança, não encontram a mão estendida que os ajudem; só a mão que lhes fazem pagar os juros». De resto, advertiu, «a usura é um pecado grave, que clama diante de Deus», enquanto ao contrário «o Senhor prometeu a sua bênção a quem abre a mão para dar com generosidade. Ele dar-te-á o dobro, talvez não em dinheiro mas noutras coisas – garantiu – contudo o Senhor dar-te-á sempre o dobro».

Audiência geral do Papa  

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19 de Outubro de 2019

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