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O islão das mulheres

· A banda desenhada ·

Rabat, janeiro de 2016: Ouman, 25 anos, enfermeira, e Fatmata, professore de trinta e oito anos, ambas provenientes da Guiné, contam-se no graphic reportage de Cinzia Leone L'islam delle donne [O Islão das mulheres], publicado em La Lettura [A leitura] do Corriere della Sera de 7 de fevereiro de 2016. Oumam e Fatmata frequentam a primeira academia islâmica para pregadores e pregadoras fundada no ano passado pelo rei de Marrocos Mohammed IV a fim de contrastar o terrorismo islâmico em África.

Dos oitocentos estudantes, cento e setenta e cinco são mulheres provenientes de seis países do Magrebe e subsarianos. «Desejo tornar-me pregadora para deixar a minha marca», diz Fatmata a Cinzia Leone, também ela protagonista da banda desenhada que nasceu de uma entrevista que a jornalista italiana fez em janeiro à Academia para pregadores e pregadoras de Rabat. «Sei que me tornarei um alvo dos jihadistas – acrescenta Ouman – mas pregar o verdadeiro Islão é a minha trincheira. Desejo fazer unicamente isto. Encontram-se enfermeiras, pregadoras não». E sempre na banda desenhada, Abdesselam Lazar, o imã que dirige a academia, explica a Leone: «Precisamos das mulheres africanas para refrear o falso califa. Estudam o Alcorão, as línguas, a economia, as mesmas matérias dos homens, e nas mesmas aulas». (@GiuliGaleotti)

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