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O horizonte de Deus

· Bento XVI durante o Angelus em Castel Gandolfo ·

Não nos podemos deter no horizonte meramente humano mas devemos abrir-nos ao horizonte de Deus, ao horizonte da fé. É o convite que,  no domingo 5 de Agosto em Castel Gandolfo, Bento XVI  dirigiu aos numerosos fiéis que participaram no habitual encontro para a oração mariana do Angelus. O Pontífice, inspirando-se na liturgia do dia, desejou  reafirmar  mais uma vez a necessidade de  pôr Jesus no centro da vida do homem, de modo a superar  angústias e incertezas que nascem de uma concepção meramente material da vida.  É preciso ir além da vontade de satisfazer imediatamente as  importantes necessidades quotidianas, recordou o Papa, porque o horizonte do homem não pode nem deve  permanecer fechado nas preocupações «do comer, do vestir e da carreira». Ao contrário, deve abrir-se à dimensão do «alimento que permanece para a vida eterna». Uma dimensão que deve ser redescoberta nos «dias carregados de ocupações e problemas» mas também «nos de repouso e distensão», um tempo durante o qual é possível reforçar a fé «naquele que é “o pão de vida”». Depois, Bento XVI recordou o aniversário da dedicação da basílica de Santa Maria Maior à Virgem. Antes de concluir o encontro dirigiu expressões de saudação particulares  aos diversos grupos de fiéis presentes.

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20 de Agosto de 2019

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