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O futuro de um povo

· ​O Papa Francisco concluiu a visita a Nápoles com um novo apleo à esperança ·

O cuidado pelos jovens e idosos é a medida do futuro de um povo. Recordou o Papa Francisco na conclusão da visita a Nápoles, renovando à cidade o apelo a «ir em frente sempre» «sem perder a esperança».

Diante dos cem mil jovens da arquidiocese reunidos na tarde de sábado 21 de Março ao longo do litoral de Caracciolo, o Pontífice voltou a denunciar a cultura do «descartável» que penaliza os mais pequeninos e mais idosos, e falou sobre a crise da família, hoje submetida «ao ataque» da secularização e por verdadeiras formas de «colonizações ideológicas». Eis a necessidade de redescobrir o «testemunho do amor» na vida matrimonial, dando espaço à oração e alimentando continuamente a vontade de compreensão e reconciliação.

A tarde do Papa – que depois da visita a Scampia e da missa na praça do Plebiscito almoçou com os presos do cárcere de Poggioreale – começou com o alegre encontro com os sacerdotes, religiosos e religiosas na catedral da cidade. Aos consagrados Francisco pediu que pusessem Cristo no centro da própria vida, evitando em particular as tentações dos negócios, da mundanidade e dos mexericos que «destroem a fraternidade». A todos recomendou «misericórdia» e recordou que se não houver a alegria falta a capacidade de atrair as pessoas «para o Senhor e para o Evangelho».

Antes de chegar à beira-mar para saudar os jovens, o Pontífice deteve-se na basílica do «Gesù Nuovo», onde estavam reunidos centenas de doentes. A eles dirigiu o convite a «olhar para Cristo crucificado», que contém a «única explicação» do mistério do sofrimento. E lançou também um apelo a evitar que a medicina se transforme «em comércio» e «em negócios», porque assim – explicou – o médico «perde o núcleo da sua vocação».

Aos sacerdotes

Aos doentes

Aos jovens

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19 de Novembro de 2019

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