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O escândalo da dor inocente

· O Papa Francisco recordou o início da Semana Santa ·

Só Cristo dá sentido ao escândalo da dor inocente. É a reflexão que surge sistematicamente no momento em que a Igreja se prepara para celebrar a Semana Santa, o escândalo da cruz e a glória da ressurreição. Frisou o Papa Francisco  na manha de 12 de Abril, recebendo um grupo de médicos, aos quais pediu que olhem para o Crucifixo quando cumprem o próprio trabalho diário ao lado de quem sofre. O seu convite foi dirigido aos participantes no congresso da Sociedade italiana de cirurgia oncológica. Um encontro, disse, que o levou a pensar «em todos os homens e mulheres que curais, e rezo por eles».

Em seguida, o Papa Francisco reflectiu sobre um tema que propõem frequentemente, ou seja, que «a experiência da dor e do sofrimento não dizem respeito só à dimensão corpórea, mas ao homem na sua totalidade». E precisamente a partir deste destaque, o bispo de Roma evidenciou «a exigência de uma cura integral, que considere a pessoa na sua globalidade e una à cura médica também o apoio humano, psicológico e social, o acompanhamento espiritual e a ajuda aos familiares do doente». Relativamente aos progressos da pesquisa científica, o Papa realçou o seu nobre valor quando se trata de dar «respostas às expectativas e esperanças de muitos doentes no mundo inteiro», tendo sempre em mente que a «pessoa humana é criada à imagem e semelhança de Deus» e é «unidade de corpo e espírito».

E sobre a necessidade de um diálogo constante entre ciência e fé, o Pontífice recordou também o discurso dirigido aos membros do Pontifício Comité das Ciências Históricas, recebidos em audiência no final da plenária dedicada à comemoração do 60º aniversário do organismo instituído por de Pio XII.

Acolhido «com respeito na comunidade mundial dos estudos históricos» e inserido desde há anos no diálogo e na cooperação com instituições culturais e centros académicos de numerosas nações, o Pontifício Comité  «oferece um contributo específico – frisou o Pontífice – ao diálogo entre a Igreja e o mundo contemporâneo». Enfim, mencionando os próximos compromissos do Comité, o Papa recordou o congresso internacional que coincide com o centenário do início da primeira guerra mundial, durante o qual serão evidenciadas «as iniciativas diplomáticas da Santa Sé ao longo daquele trágico conflito e a contribuição dada pelos católicos e por outros cristãos, ajudando os feridos, os prófugos, os órfãos e as viúvas, e também procurando os desaparecidos.

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21 de Agosto de 2019

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