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​Nunca discutir diante dos filhos

· O Papa aos pais das crianças batizadas na capela Sistina ·

«Nunca discutir diante dos filhos»: foi o conselho sugerido pelo Papa Francisco aos casais de funcionários do Vaticano que na manhã de domingo 13 de janeiro levaram os seus recém-nascidos à Capela Sistina para serem batizados.

Na homilia pronunciada de modo improvisado, com tom confidencial favorecido pela atmosfera familiar que se respirava entre os sugestivos afrescos do Juízo final de Miguel Ângelo, o Pontífice observou que «é normal que os esposos discutam». Aliás «Seria estranho o contrário. Fazei-o – disse – mas que elas não ouçam, que não vejam». Porque, explicou Francisco, «não sabeis quanta angústia sente uma criança quando vê os pais a discutir. Este, permiti, é um conselho que vos ajudará a transmitir a fé».

E o tema da transmissão da fé entre as gerações serviu de fio condutor a toda a reflexão do Papa. Porque, recordou aos pais, «antes de ser estudada, a fé deve ser transmitida, e isto é um trabalho que compete a vós». Uma tarefa, prosseguiu, que «se faz sobretudo em casa».

De facto «a fé deve ser sempre transmitida “em dialeto”: o dialeto da família», isto é, a linguagem comum que se usa no lar. E é uma tarefa a realizar através «do exemplo, com palavras». Talvez começando a ensinar às crianças «a fazer o sinal da Cruz».

Sucessivamente, ao meio-dia, da janela do Palácio apostólico o Pontífice recitou o Angelus com os numerosos fiéis presentes na praça de São Pedro. Antes da recitação da prece mariana, comentou o Evangelho de Lucas (3, 15-16.21-22) proposto pela liturgia na festa do batismo do Senhor que concluiu o tempo de Natal. Com Jesus batizado por João no Jordão – explicou – «inicia um mundo novo, uma “criação nova” da qual fazem parte todos os que aceitam Cristo na própria vida». Trata-se, esclareceu, de «uma chama que foi acesa no nosso coração, e deve ser alimentada mediante a oração e a caridade».

Angelus do Papa  

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22 de Agosto de 2019

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