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As novas fronteiras da pobreza

· Na mensagem à conferência da Oit o Papa frisa as trágicas consequências do desemprego e denuncia inaceitável o trabalho escravo como moeda corrente ·

O aumento da pobreza, a intensificação das migrações de massa, o drama do tráfico de seres humanos são algumas das consequências do crescimento constante do desemprego no mundo.

O Papa Francisco denunciou-as na mensagem enviada por ocasião da 103ª sessão da Conferência da Organização internacional do trabalho (Oit) a decorrer em Genebra de 28 de Maio a 12 de Junho.

«Essa Conferência reúne-se num momento crucial da história económica e social, que apresenta desafios para o mundo inteiro» escreve o Pontífice, recordando que o desemprego «está a expandir tragicamente as fronteiras da pobreza» e que o problema da migração de massa é grave. Os homens e mulheres obrigados a procurar trabalho longe da sua pátria estão expostos «a ulteriores perigos, como o horror do tráfico de seres humanos, o trabalho forçado e a redução à escravidão. É inaceitável que, no nosso mundo, o trabalho feito como escravos se torne moeda corrente (cf. Mensagem para o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados, 24 de Setembro de 2013). Isto não pode continuar! O tráfico de seres humanos é uma chaga, um crime contra a humanidade inteira. Chegou o momento de unir as forças e trabalhar juntos para libertar as vítimas de tais tráficos e desenraizar este crime que atinge todos nós, desde as famílias até a inteira comunidade mundial (cf. Discurso aos novos Embaixadores acreditados junto da Santa Sé, 12 de Dezembro de 2013)».

O texto integral da mensagem do Papa 

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21 de Outubro de 2019

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