Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Nos Estados Unidos para estar próximo do povo

· O Papa fala da próxima viagem ·

«Poder encontrar-me convosco enche-me de esperança. Rezo por vós, por todo o povo americano, e peço-vos por favor que rezeis por mim. Obrigado». Assim o Papa Francisco marcou encontro com os fiéis norte-americanos em vista da próxima viagem, programada de 23 a 28 de Setembro a Washington, Nova Iorque e Filadélfia. O Pontífice dirigiu essas palavras no final da conferência vídeo registada nos dias passados e transmitida na tarde de sexta-feira, 4 de Setembro, na rede televisiva Abc.

Francisco entrou em diálogo via satélite com três diversos grupos: estudantes do colégio jesuíta Cristo Rei, no centro histórico de Chicago, que se dedica à formação de jovens pobres e marginalizados; mulheres e homens desabrigados de Los Angeles e voluntários que se ocupam deles; fiéis da paróquia do Sagrado Coração de McAllen, no Texas, perto da fronteira entre os Estados Unidos e o México. A transmissão durou cerca de noventa minutos, durante os quais o Pontífice respondeu em espanhol e com algumas expressões em inglês.

Explicando as motivações da viagem, o Papa frisou sobretudo a dimensão da proximidade. «Quando me aproximo das pessoas, como farei convosco – confidenciou – torna-se para mim mais fácil compreendê-las e ajudá-las no caminho da vida. Por isso esta viagem é muito importante, para estar próximo do vosso caminho e da vossa história».

Em seguida Francisco dirigiu-se aos jovens e convidou-os a não caminhar «sozinhos na vida» e a ter «a coragem de ir em frente». Referindo-se depois aos problemas sociais mais actuais, o Pontífice mencionou o drama da imigração – «quantas pessoas hoje, como vemos, deixam o seu país em busca de um futuro melhor, e morrem, muitos morrem durante o caminho» constatou – e recordou que «todos somos criados para a amizade social: todos temos uma responsabilidade por todos». Ao contrário, a mentalidade do mundo estimula à «inimizade social» e deixa que cada um «se arranje sozinho». Perante esta situação, recomendou, «cada um deve fazer a escolha no coração, e nós devemos ajudar a fazer esta opção no coração. A fuga através das dependências ou da violência não ajuda, ajudam só a proximidade e dar de si o que se pode».

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

22 de Outubro de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS