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No sinal de Maria

«Rezamos a Nossa Senhora, para que nos abençoe a todos: a vós, a mim e a todo o mundo. Precisamos de Nossa Senhora, para que nos guarde». Está contido nestas palavras, dirigidas do adro da basílica aos fiéis, todo o significado da visita do Papa Francisco a Pompeia. 

Na manhã de sábado, 21 de Março, antes de ir a Nápoles, o Pontífice quis confiar a visita pastoral em terra campana à protecção da Virgem Maria. E para o fazer deslocou-se à pequena cidade fundada pelo beato Bartolo Longo, meta todos os anos de milhões de peregrinos e de devotos do rosário.

Todos o sabem. Cada vez que faz uma viagem, o Pontífice não deixa de se recomendar à protecção da mãe de Jesus. Fá-lo normalmente indo à basílica romana de Santa Maria Maior, onde se recolhe em oração diante da Salus popoli Romani. Hoje, uma semana depois de ter convidado a Igreja inteira a fazer uma viagem interior para encontrar, compreender e acolher a misericórdia do Pai, Francisco voltou de novo aos pés de Maria, a melhor guia.

A Pompeia, mais do que uma visita, foi uma verdadeira peregrinação, mesmo se breve. Nenhum discurso oficial, saudações e protocolo limitados ao mínimo. No total cinquenta minutos: tempo e espaço à oração e ao abraço caloroso dos cerca de dez mil fiéis que o esperavam.

do nosso enviado Maurizio Fontana

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17 de Outubro de 2019

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