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No sinal da fraternidade

· O Papa Francisco em Cracóvia para a trigésima primeira jornada mundial da juventude, inaugurada num clima entristecido pelas notícias que chegaram da França ·

O Papa Francisco está em Cracóvia. Recebido por centenas de milhares de jovens provenientes do mundo inteiro para a trigésima primeira jornada mundial da juventude, o Pontífice chegou na tarde do dia 27 de julho àquela cidade polaca, primeira meta da viagem – a décima quinta realizada por Francisco fora da fronteira italiana – que o levará também a Częstochowa e a Auschwitz, e que concluirá no domingo 31.

«Vivamos juntos a Jmj de Cracóvia» escreveu num tweet lançado pelo account @Pontifex poucos minutos antes de partir de Fiumicino. E de um encontro para ser vivido «no sinal da fraternidade» falou depois no telegrama enviado ao presidente da República italiana, Sergio Matarella, no momento da decolagem. Precedentemente o Pontífice desejou fazer uma oração junto do túmulo de João Paulo II, na basílica vaticana, acompanhado por um grupo de crianças e adolescentes doentes de tumor assistidos pela associação Peter Pan onlus.

Outro momento significativo de oração, como é já tradição na vigília de cada peregrinação internacional, realizou-se no final da tarde de terça-feira, quando o Pontífice foi à basílica de Santa Maria Maior a fim de rezar diante da imagem da Salus populi Romani, confiando-lhe a visita à Polónia.

E nestas horas, num clima que se tornou escuro pelas trágicas notícias provenientes da França, quinhentos mil jovens estavam reunidos no parque de Błonia, nas margens do Vístula, para a missa inaugural da Jmj. Uma celebração – como disse no início do rito o cardeal arcebispo de Cracóvia, Stanisław Dziwisz, recordando o padre Jacques Hamel – que se transformou numa oração coral «por todas as vítimas dos atentados terroristas nos últimos tempos, e de modo particular pelo sacerdote assassinado na França», enquanto celebrava a missa.

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19 de Outubro de 2019

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