Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

No hospital que não existe onde se curam as almas e os corpos

· Monsenhor Mupendawatu narra a sua experiência entre os doentes no Vietname ·

«O hospital como lugar de evangelização, missão humana e espiritual»: este foi o tema escolhido para a XXVII conferência internacional organizada pelo Pontifício Conselho para a Pastoral no Campo da Saúde, que será realizada de 15 a 17 de Novembro deste ano no Vaticano. Uma escolha, afirma mons. Jean-Marie Mupendawatu, secretário do dicastério, feita considerando o Ano da Fé e o próximo Sínodo dos bispos que será dedicado à nova evangelização. Com efeito, a  Igreja sempre considerou o serviço aos doentes como parte integrante da sua missão. Contudo, hoje ela desenvolveu uma consciência mais clara do papel activo do doente, não apenas destinatário de um serviço pastoral, mas chamado a desempenhar um papel de protagonista e responsável da obra de evangelização e de salvação. «Certamente o hospital, afirmou o prelado, é um lugar privilegiado no qual ela pode realizar esta sua missão humana e espiritual específica». Mas  ainda mais «o hospital é, ele mesmo, o doente», os médicos «são voluntários» e as enfermarias são «a cave e a garagem de uma paróquia», como acontece onde a Igreja ainda não tem um pleno direito de cidadania. A este propósito o secretário narra a experiência vivida recentemente no Vietname, onde foi para celebrar o Dia mundial do doente.

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

25 de Janeiro de 2020

NOTÍCIAS RELACIONADAS