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​Next

· ​O romance ·

“Este romance é uma obra de fantasia, excepto as partes que não o são”, escreve o norte-americano Michael Crichton na abertura de Next (2006): ambientado no presente, o livro descreve um mundo dominado pela engenharia e pela pesquisa genética em que os governos e os indivíduos competem - entre ciência e Direito - para se apoderarem do controle sobre a natureza e os seus cidadãos, sobre os seus corpos e as suas vidas. Em teoria, em nome do progresso; na prática, para tirar maior vantagem possível. Porque - narra Crichton, com o estilo cativante que o caracteriza, inspirando-se contudo nas notícias e nos casos judiciais que aconteceram realmente - depois de serem afinadas, as descobertas científicas deslizam em direcção de horizontes impensáveis, muito além de quanto cada perito tivesse ou não tivesse desejado e previsto. Neste círculo vicioso que reduz o corpo humano a um mero conjunto de genes e tecidos a serem explorados e vendidos, as principais vítimas são, no entanto, mais uma vez, as mulheres. Filhas e mães, irmãs e cientistas. (@GiuliGaleotti)

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13 de Dezembro de 2019

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