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​Nenhum povo é criminoso
nenhuma religião é terrorista

· ​O Papa denunciou a desumanização de um sistema que gera indiferença, hipocrisia e intolerância ·

Na abertura dos trabalhos o cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, presidente do Dicastério para o serviço do desenvolvimento humano integral, leu a mensagem com a qual o Pontífice se dirigiu aos setecentos líderes religiosos e de comunidades reunidos na Califórnia provenientes de doze países. Luta contra o racismo, imigração, direito ao trabalho e à casa, justiça ambiental: são os temas tratados nos quatro dias, centrados em particular na exclusão social provocada pela economia global. No seu pronunciamento o purpurado exortou «as pessoas que experimentaram a exclusão económica e racial» a fazer comunidade «partilhando as próprias histórias e fome de mudança», unindo-se a quantos – devido às suas crenças religiosas – se sentem chamados à solidariedade. Porque, explicou, «deste modo se forma uma comunidade maior» e «a unidade cria uma nova capacidade de mudar o mundo». Organizado pelo dicastério vaticano, pela Campaign for Human Development da Conferência episcopal norte-americana e pelo network pico – a maior rede nacional de organizações baseadas na fé – o encontro de Modesto segue a nível regional os três grandes encontros internacionais realizados em Roma em outubro de 2014 e em novembro de 2016, e na Bolívia em julho de 2015.

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17 de Novembro de 2019

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