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Não se resignar ao escândalo da pobreza

· O Papa voltou a denunciar a injustiça social fruto da avidez e da exploração ·

«Não podemos ficar inertes nem tão-pouco resignados» perante o «escândalo» do «alastramento da pobreza nos grandes setores da sociedade do mundo inteiro», escreveu o Papa Francisco na mensagem para o primeiro dia mundial dos pobres, que se celebra no dia 19 de novembro próximo, trigésimo terceiro domingo do tempo ordinário.

Instituído no ano passado na conclusão do jubileu da misericórdia, o dia constitui para toda a comunidade cristã uma ocasião para testar a capacidade «de estender a mão aos pobres, aos débeis, aos homens e às mulheres aos quais muitas vezes é espezinhada a dignidade», como explicou o arcebispo Rino Fisichella, presidente do Pontifício conselho para a promoção da nova evangelização, apresentando o texto da mensagem na manhã de terça-feira, 13 de junho, na Sala de imprensa da Santa Sé. Nesta perspetiva o dicastério preparará um subsídio pastoral que estará disponível a partir do mês de setembro, para permitir «que sacerdotes e o mundo do voluntariado vivam ainda mais intensamente» o sentido desta jornada.

O momento central de 19 de novembro será a missa presidida pelo Pontífice com os pobres e os voluntários. Em particular, para estes últimos está prevista também uma vigília de oração no sábado 18, em São Lourenço fora dos Muros: uma ocasião para fazer memória do «grande santo romano» que elevou «a figura do pobre a verdadeiro e único “tesouro” da Igreja». Esta atenção privilegiada representou uma constante na história eclesial, como sublinhou na sua intervenção o bispo José Octavio Ruiz Arenas, secretário do dicastério, recordando que para o Papa Francisco «a opção pelos pobres é uma categoria teológica antes de ser cultural, sociológica, política ou filosófica», e constitui «uma forma especial de primazia no exercício da caridade cristã, da qual toda a tradição da Igreja dá testemunho».

Mensagem do Papa

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14 de Outubro de 2019

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