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Na raiz da paz

· Francisco celebrou a missa para o Dia mundial e no Angelus exortou à oração ·

No Te Deum do fim de ano desejou um renascimento moral para Roma

«A paz é sempre possível. Devemos buscá-la». Como? Com a oração, porque «a nossa oração está na raiz da paz; faz brotar a paz». No primeiro Angelus de 2015, ao meio-dia de quinta-feira 1 de Janeiro, o Papa Francisco reafirmou que «todos somos chamados a construir a fraternidade», rezando pela paz. 

Lendo os cartazes trazidos à praça de São Pedro pelos participantes nas iniciativas do quadragésimo oitavo Dia mundial da paz, o Pontífice elogiou as muitas «escolas boas» que promovem a «educação para a paz». E fez referência ao tema da mensagem para o Dia «já não escravos, mas irmãos», convidando a «combater qualquer forma de escravidão». O mesmo desejo foi expresso por Francisco pouco antes, durante a celebração da missa na basílica vaticana para a solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus. Invocando «paz nos corações, nas famílias e entre as nações», o Papa lançou um apelo «a lutar contra as modernas formas de escravidão», através da união das forças de «todos os povos, culturas e religiões», porque «todos somos chamados a ser livres, a ser filhos».

Na homilia o Pontífice evidenciou também a dimensão mariana do Dia, reafirmando que «não se pode entender Jesus sem a sua mãe». E «também são inseparáveis – acrescentou – Cristo e a Igreja, porque a Igreja e Maria caminham sempre juntas». De resto, prosseguiu, «não se pode compreender a salvação realizada por Jesus sem considerar a maternidade da Igreja». A ponto que «separar Jesus da Igreja seria como querer introduzir uma “dicotomia absurda”», concluiu, citando a Evangelii nuntiandi (n. 16) de Paulo VI.

Durante as vésperas da solenidade mariana, presidida na noite de quarta-feira 31 de Dezembro, o bispo de Roma entoou o Te Deum de acção de graças do fim de ano. E o seu pensamento dirigiu-se «às graves vicissitudes de corrupção, emersas recentemente» que, comentou, «requerem uma séria e consciente conversão dos corações para um renascimento espiritual e moral, assim como para um compromisso renovado na construção de uma cidade mais justa e solidária».

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18 de Agosto de 2019

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