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Na paróquia dos ucranianos em Roma

Para quem percorre pela primeira vez a via di Boccea, na periferia oeste de Roma, aquelas cúpulas douradas que, inesperadamente, se destacam no céu, parecem pertencer a um horizonte alheio. E no entanto, há quase meio século a basílica de Santa Sofia é o ponto de referência da comunidade greco-católica ucraniana de Roma, que a considera a própria paróquia. E assim, come se fosse uma das paróquias da sua diocese, embora um pouco especial, o Papa Francisco visitou-a na tarde de domingo, 28 de janeiro, para um encontro, também ele especial, que os fiéis já consideram histórico.

Portanto, não causam admiração as calorosas boas-vindas dos mais de dois mil presentes que, agitando bandeirinhas com as cores nacionais, azul e amarelo, o esperavam há horas sob um sol morno. Uma saudação cheia de gratidão por um Papa que tem a peito a sorte dos imigrantes, mas que sobretudo expressou várias vezes solidariedade para com o povo ucraniano, pelos sofrimentos devidos ao conflito em curso no país há quatro anos.

Paz foi a palavra forte desta visita, pronunciada pelo Pontífice, desde a saudação inicial, diante da entrada da basílica (gaetano vallini).

Homilia do Papa 

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12 de Novembro de 2019

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