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Mulheres filipinas violentadas duas vezes

Mulheres filipinas vítimas de abusos sexuais por parte de funcionários do governo que prestam serviço nas embaixadas filipinas nos países do Médio oriente: é esta a denúncia específica que o sacerdote católico Shay Cullen, missionário no arquipélago asiático, enviou à Fides, pedindo ao presidente Benigno Aquino «tolerância zero contra a exploração sexual». O padre Cullen, fundador da Associação Preda que combate a exploração dos menores, recolheu histórias que referem casos de mulheres obrigadas a prostituir-se para obterem dos funcionários das embaixadas um bilhete de avião e o aceleramento dos processos para regressarem à Pátria. Não só muitas empregadas domésticas filipinas são violentadas pelos empregadores, mas abusam delas também as pessoas pagas pelo Estado para as assistir. O padre Cullen pediu à magistratura para investigar e apurar as responsabilidades com base nos testemunhos recolhidos. Estigmatizando a exploração, a corrupção e a difusão da violência sobre mulheres e crianças, o sacerdote denunciou também a perigosa sub-cultura que nas Filipinas tolera em silêncio o estupro e o tráfico de seres humanos. No passado mês de Junho, as Filipinas foram incluídas na Tier 2 Watch List , a lista negra da Relatório sobre o tráfico de seres humanos elaborada pelo Departamento de Estado Norte-Americano que inclui os países que não respeitam os padrões mínimos internacionais para impedir o tráfico de seres humanos.

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26 de Agosto de 2019

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