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A mulher do padre

· O filme ·

Com uma história de amor que acabou mal, Valeria (Sophia Loren) exibe um passado na música Rock testemunhado por cartazes pintados com tonalidades psicadélicas que dominam o seu quarto de adolescente tardia. Padre Mario (Marcello Mastroianni) é um sacerdote convencido a tal ponto da sua vocação que são suficientes alguns dias ao lado de uma mulher para vacilar. Os dois, depois, encontram-se através do fio de um telefone amigo, quando Valeria, decidida a pôr fim à sua vida, telefona para ter um último contacto humano; e é dissuadida em cinco minutos pelas palavras confortadoras do homem. É suficiente este assunto para compreender como em A mulher do padre (1970) para Dino Risi não era tão importante a credibilidade, quanto explorar um par testado e amadíssimo pelo público. Além disso, tratando um argumento que sem dúvida teria levantado polémicas e chamado a atenção. Com efeito, apesar de uma certa indignação suscitada em ambientes católicos da época, a trama é desenvolvida quase sempre com desenvoltura e com uma ligeireza que muitas vezes faz sorrir. Mas quando pretende enfrentar o tema do celibato dos sacerdotes, o filme tem que fazer as contas com a superficialidade dos seus pressupostos, mostrando inexoravelmente as falhas. (emilio ranzato)

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20 de Novembro de 2019

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