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Mulher chefe do Conselho Ecuménico das Igrejas

«Ser uma voz profética é um empenho vital para o ecumenismo do século XXI e para a Igreja no mundo de hoje»: comenta assim Agnes Abuom, anglicana do Quénia (filha de uma mãe protestante e de pai católico e, por sua vez, mãe de dois filhos) a sua eleição a moderadora do Conselho ecuménico das Igrejas, ou seja a figura que está ao lado do secretário-geral (actualmente o luterano norueguês Olav Fykse Tveit) na guia do Conselho. É a primeira vez que o órgão principal que reúne as diversas confissões cristãs do mundo – 345 que representam por volta de 560 milhões de fiéis – elege uma mulher. A votação teve lugar em Busan, na Coreia, durante a décima assembleia do Conselho que, ainda pela primeira vez, escolheu de colocar no centro a questão da responsabilidade dos cristãos na construção da paz. Ainda que a Igreja católica não faça parte do Conselho, no entanto esteve presente na preparação com uma própria delegação guiada pelo cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a promoção da unidade dos cristãos.

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20 de Agosto de 2019

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