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Moçambique enfrenta o desafio da pobreza

O desafio principal para Moçambique é a elevada taxa de pobreza e das doenças. Contudo parece estar no bom caminho para o enfrentar, registando um progresso económico positivo e social. Expressou-se nestes termos o secretário-geral da Onu, Ban Ki-moon, desde ontem em Maputo para uma visita de dois dias, antes de participar, em Addis Abeba na comemoração dos cinquenta anos da União africana. Na opinião de Ban Ki-moon, no que concerne à reconstrução e ao desenvolvimento no pós-guerra, Moçambique é um país exemplar.

Num discurso pronunciado diante de centenas de pessoas depois da sua chegada, Ban Ki-moon afirmou que «em toda a África assistimos a um crescimento. As economias estão a avançar. A liberdade e a boa governação estão a progredir. A confiança também. É precisamente isto que eu vejo hoje em Moçambique. Uma país que renasceu, uma nação em movimento, um povo que tem confiança no futuro». Todavia, o secretário-geral da Onu lamentou a alta taxa de pobreza que se regista no país africano, sobretudo entre as crianças e as mulheres, sugerindo maiores investimentos no sector social para combater a miséria, a fim de que Moçambique possa alcançar os objectivos de desenvolvimento do milénio. «É lamentável – frisou – que muitas crianças e mulheres ainda morram por causa de doenças que é possível prevenir».

Sobre os objectivos de desenvolvimento do milénio Ban Ki-moon reconheceu que a crise financeira internacional pode causar dificuldades, mas confirmou o compromisso das Nações Unidas para que todos os países consigam destinar pelo menos 0,7% do seu produto interno bruto às ajudas ao desenvolvimento. No discurso foi abordado também o tema das mudanças climáticas:  Ban Ki-moom recordou que Moçambique é um dos países mais vulneráveis a este fenómeno, que se está a manifestar mais rapidamente de quanto tinha sido previsto.

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13 de Dezembro de 2018

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