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​As meninas da África Subsariana

Jenet, que tem 12 anos e vive na região Upper no Gana, explica que tem que vender melancias no mercado para ganhar o dinheiro para comprar o uniforme da escola. Peace, 14 anos, aluna da região do Volta, sempre no Gana, conta que na escola, devido à falta de casas de banho, as meninas têm que ir para os arbustos à volta da estrutura e isto causa-lhes muito constrangimento, sobretudo se têm a menstruação. Por este motivo muitas meninas quando chegam à puberdade abandonam a escola. Ayisa, 16 anos, tinha acabado o terceiro ano do liceu mas teve que abandonar os estudos porque ficou grávida. Convencida que o pai do bebé casará com ela, Ayisa sonha voltar para escola para ser enfermeira. São só algumas das histórias narradas pela Plan Italia, onlus que lançou a campanha Because I am a Girl, apoiada por Malala, para dar uma instrução de pelo menos 9 anos a 4 milhões delas. Cinquenta e dois por cento das meninas analfabetas vive na África subsariana, onde 4 meninas em cada 5 não recebem uma educação formal. As pequenas são deixadas em casa devido a um conjunto de factores: trabalhos domésticos, falta de meios, matrimónios prematuros. Um estudo da Plan Itália refere que as meninas analfabetas têm três vezes mais possibilidade, do que as que acabaram a escola secundária, de se casarem antes da idade adulta.

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21 de Agosto de 2019

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