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Manuais para as mães jihadistas

O papel das mulheres no jihad: este é o título de um manual que foi apresentado de recente na internet pelo grupo extremista do Estado islâmico que continua a treinar crianças para serem soldados. O texto - que proíbe aos pequenos o computador, o canto, o baile, a televisão, e encoraja-os a dedicarem-se a tudo o que pode ser útil para o combate como as artes marciais, a natação, o tiro com o arco, a equitação, os exercícios de sobrevivência – explica às mulheres jihadistas como orientarem os ideais dos menores e a sua visão do mundo para que se tornem bons guerreiros. Pois que com sete anos os pequenos são já menos receptivos, explica o manual, a formação e a aprendizagem de ideias jihadistas tem que iniciar cedo. O manual, descrito pelo Instituto de pesquisa dos meios de comunicação social do Médio oriente, coloca à luz do dia métodos cruéis de recrutamento de menores. Os filhos dos membros do Estado islâmico são enviados para campos onde aprendem a usar armas e a decapitar os inimigos. Um pequeno herói foi recentemente celebrado: no vídeo que circulou na rede em meados de Janeiro, via-se um menor com não mais de dez anos a “executar” com a pistola dois espiões adultos. Uma tragédia na tragédia porque às vítimas mortas, de facto, deve ser juntada uma terceira: a própria criança.

Edição em papel

 

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23 de Agosto de 2019

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