Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

As mães canguru do Senegal

Na sala cor creme do hospital pediátrico Albert-Royer de Darak, três mães descansam em contacto pele a pele com os seus bebés que nasceram antes do tempo, deitados em cima do peito delas. Nas camisolas das mulheres foram feitos furos de onde saem – como de deliciosos marsúpios – as cabecinhas dos bebés. São as mães canguru de que fala o jornal francês «Le Monde», através de Rémi Barroux. Este método, praticado pela primeira vez na Colômbia em 1983 por dois pediatras, Rey e Martinez, constitui uma alternativa às incubadoras. Uma solução séria, fundada e que não custa nada, é a maravilhosa demonstração de como a natureza ainda seja uma forte alternativa à técnica imperante. Claro, às mães canguru é pedido um esforço de paciência e de imobilidade, mas os resultados – garantem os médicos – são indiscutíveis. Nos marsúpios os bebés crescem e reforçam-se visivelmente.

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

25 de Agosto de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS