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Mãe terna dos órfãos

· Beatificada no Brasil a scalabriniana Assunta Marchetti ·

«Testemunha da caridade de Cristo para com os migrantes e órfãos, dos quais foi “mãe” terna». Assim o Papa Francisco definiu a madre Assunta Marchetti (1871-1948) na carta apostólica para a beatificação da fundadora scalabriniana. Recordou o cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as causas dos santos, ao presidir ao rito em nome do Pontífice na catedral de São Paulo, no Brasil, no sábado 25 de Outubro.

A religiosa italiana foi elevada à honra dos altares durante a missa celebrada pelo cardeal arcebispo de São Paulo, Odilo Pedro Scherer. Concelebraram os bispos auxiliares da diocese paulista, prelados de muitas regiões do Brasil e o arcebispo de Lucca, terra de origem da beata. Na homilia, comentando o Evangelho das bem-aventuranças, o purpurado brasileiro realçou que a madre Assunta «não só viveu segundo as bem-aventuranças, mas dedicou também a sua vida inteira ao bem do próximo, testemunhando precisamente as bem-aventuranças».

Por sua vez, o cardeal Amato na mensagem dirigida aos presentes no final da celebração evidenciou que a beata «vivia de fé e caridade». De facto, «o seu zelo missionário extraordinário foi nutrido pela oração contínua e pela eucaristia diária». Além disso, «o seu incansável apostolado era apoiado por uma confiança incomensurável na presença providencial do Pai Celeste que, tal como provê aos pássaros do céu, também cuida dos seus muitos filhos que, impelidos pela necessidade, abandonam pátria e afectos para emigrar para terras distantes em busca de um futuro mais sereno e digno».

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22 de Setembro de 2019

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