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Jerusalém capital de paz

· Como conclusão da viagem à Terra Santa o Papa Francisco reza diante da «Salus populi romani» ·

O Papa Francisco em oração diante da Salus populi romani é a imagem conclusiva da sua peregrinação à Terra Santa. Ao regressar na noite de segunda-feira, 27 de Maio, de Tel Aviv, o Pontífice foi esta manha, 26 de Maio, à basílica de Santa Maria Maior e deteve-se quinze minutos recolhido em oração diante da imagem da Virgem, aos pés da qual colocou um ramo de flores.

Durante a viagem de regresso o Pontífice falou por mais de uma hora com os representantes dos meios de comunicação internacional que o acompanharam à Terra Santa e aceitou responder a uma série de perguntas, na verdade poucas relativas à peregrinação. Enfrentou deste modo várias questões. No que diz respeito mais especificadamente à viagem a curiosidade concentrou-se na posição do Papa sobre a questão de Jerusalém. «A Igreja católica – respondeu o Pontífice – o Vaticano, digamos, tem a sua posição sob o ponto de vista religioso: será a Cidade da paz das três religiões. Isto sob o ponto de vista religioso. As medidas concretas pela paz devem ser o resultado da negociação». Os acontecimentos que caracterizaram a conclusão da viagem à Jordânia, Palestina e Israel tiveram lugar em Jerusalém, onde na igreja greco-ortodoxa no horto das Oliveiras foi realizado o quarto e último encontro com o Patriarca Bartolomeu. Em seguida, nas igrejas do Getsémani encontrou-se com os sacerdotes, religiosos, religiosas e seminaristas. Recordou-lhes as responsabilidades que comportam o dom da vocação para quem o recebe.

Enfim, na Sala do Cenáculo celebrou a missa com os ordinários da Terra Santa. Aqui, recordou durante a homilia, a Igreja «nasceu em saía. Daqui partiu, levando nas mãos o Pão fragmentado, as chagas de Jesus nos olhos, e o Espírito de amor no coração».

O discurso do Papa aos sacerdotes, aos religiosos e aos seminaristas 

A homilia da missa no Cenáculo 

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19 de Agosto de 2019

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