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Jejum das imagens

· ​Primeira pregação de quaresma feita pelo padre Raniero Cantalamessa ·

Hoje há um âmbito novo com o qual é particularmente necessário não se conformar com este mundo: as imagens. Frisou o capuchinho Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia, durante a primeira pregação de Quaresma, na manhã de sexta-feira 23 de fevereiro, na capela Redemptoris Mater do Palácio apostólico.

Propondo aos presentes «uma introdução geral à quaresma» sem entrar no tema específico das pregações («Revesti-vos do Senhor Jesus Cristo. A santidade cristã na parénese paulina»), o religioso recordou que os antigos tinham cunhado um mote: «Jejuar do mundo». Hoje, segundo o padre Cantalamessa, ele «deveria ser entendido no sentido de jejuar das imagens do mundo». Outrora «o jejum dos alimentos e das bebidas era considerado o mais eficaz e necessário», mas agora, «já não é assim». Nos dias de hoje «jejua-se por muitos outros motivos: sobretudo para manter a linha». A este propósito, o pregador frisou que «nenhum alimento, diz a Escritura, é em si impuro, enquanto que muitas imagens o são». Elas «tornaram-se um dos veículos privilegiados com os quais o mundo difunde o seu anti-evangelho». Por isso, à lista «das coisas a serem usadas com parcimónia» – ou seja, palavras, alimentos, bebidas e sono, como sugere um dos hinos da quaresma – «seria necessário acrescentar as imagens».

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18 de Outubro de 2019

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