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​Jeddah, a cidade das mulheres de roxo

É das moradoras de Jeddah com a sua abaya roxa, em lugar da tradicional preta, que está a iniciar a afirmar-se um percurso de afirmação feminina na Arábia Saudita, um País complicado para as mulheres, apesar do rei Abdullah estar, aos poucos, a limitar as restrições que lhes dizem respeito. Há algumas semanas, nesta cidade do Mar Vermelho, teve lugar uma conferência sobre a economia no mundo árabe que viu as mulheres misturadas com os homens, mais um passo para a reforma das liberdades sociais e das oportunidades de trabalho que poderiam ter reflexo no inteiro mundo árabe. «Há uma aprovação quase universal – disse Fahad Nazer, uma analista política que vive em Viena, depois de ter trabalhado na embaixada saudita de Washington – sobre o facto da proximidade de Jeddah à Meca e ao Mar Vermelho, o que a expõe a diversas influências culturais», tornando-a «mais cosmopolita que outras áreas do reino». Os facto demonstram-no: a cidade foi a primeira a autorizar as mulheres a trabalharem nas lojas de venda ao público e nos centros comerciais, onde vendem perfumes e lingerie nas lojas para famílias. E sempre em Jeddah, em Março o Banco comercial nacional nomeou Sarah Al-Suhaimi directora executiva da secção dedicada aos investimentos. Somayya Jabarti, em Fevereiro, tornou-se a primeira directora de um jornal na história saudita, a «Saudi Gazette», enquanto que no passado mês de outubro Bayan Zahran foi a primeira mulher a ter a habilitação para exercer a prática jurídica.

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19 de Agosto de 2019

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