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A irmã hospitalidade em Fermo

A «La Voce delle Marche» que lhe pergunta qual foi a maior dificuldade que encontrou no acolher os refugiados, a irmã Rita das Pequenas Irmãs de Jesus de Fermo responde: «A de entrar nas histórias deles». A jovem religiosa é responsável pelo centro que na cidade das Marcas acolhe os refugiados de sexo masculino, com idade entre os dezoito e os vinte e sete anos que, provenientes de diversos Países africanos, pedem asilo político à Itália. Operando em estreito contacto com a prefeitura e as forças de polícia, o centro – que trabalha também graças ao trabalho voluntário e à boa resposta das famílias locais – insiste muito no ensinar a língua italiana, chave-mestra para a integração. A beleza deste serviço? «Ver – responde a irmã Rita – que aos poucos nos tornamos família. Ver como culturas diversas se integram. É interessante notar como dezenas de pessoas provenientes de culturas alheias àquela italiana empenham-se a limpar os seus ambientes, a tentar ser pontuais e a ajudar quem tem dificuldade na comunicação».

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14 de Outubro de 2019

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