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Irmã Giovanna della Croce

· O romance ·

«Não tinha espelho para ver o seu rosto, mas sabia que os sulcos do tempo estavam nele profundamente marcados: os seus cabelos eram curtos, cobertos pelos lenços, mas ela sabia que eram todos brancos. Agora certas fadigas, certas abstinências, encontravam-na débil e desanimada. Mas na oração, sentia só uma leve suavidade, e já não entusiasmo. Sentia-se e era velha». Assim Matilde Serao em Suor Giovanna della Croce descreve a «sepultada viva» que devido a uma lei improrrogável do Estado foi obrigada a deixar juntamente com as suas irmãs de hábito o convento onde tinha vivido até então. Tristeza, terror, incerteza: eis os sentimentos que se apoderam da irmã idosa forçada a voltar para o mundo que deixara. Pobreza, privações, humilhações, eis o que encontrará nele. Matilde Serao com Suor Giovanna escreveu um dos seus romances mais bonitos e comovedores não obstante as críticas iniciais quando, em 1901, começou a publicá-lo em folhetim num diário napolitano. Na edição da Bur o ensaio introdutório de Henry James confirma um valor que por anos não lhe foi reconhecido. (@ritannarmeni)

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12 de Dezembro de 2019

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