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Instrumento da misericórdia

· O confessor segundo o Papa ·

Os confessores não são os «donos das consciências» mas só os «instrumentos» da misericórdia e da reconciliação. Recordou o Papa Francisco durante a audiência – realizada na manhã de sexta-feira, 9 de março, na Sala Clementina – aos participantes no vigésimo nono curso do foro íntimo promovido pela Penitenciaria apostólica.

No seu discurso o Pontífice sugeriu três atitudes que devem caraterizar a escuta dos penitentes da parte do sacerdote. Antes de tudo, disse, «é necessário redescobrir sempre a dimensão instrumental do nosso ministério», recordando que «o sacerdote confessor não é a fonte da misericórdia nem da graça; é certamente o instrumento indispensável, mas sempre apenas instrumento». Além disso, «é preciso saber ouvir as perguntas, antes de oferecer respostas». Por fim, precisamente a partir destes dois aspetos, o diálogo sacramental deve «abrir-se deveras àquele caminho prudente e orante que é o discernimento vocacional». Cada jovem, frisou o Papa, «deveria poder ouvir a voz de Deus quer na própria consciência, quer através da escuta da Palavra». E neste caminho «é importante que seja apoiado pelo acompanhamento sábio do confessor, que por vezes pode tornar-se também – a pedido dos próprios jovens e nunca autoproponde-se – padre espiritual».

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17 de Novembro de 2019

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