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Independência e objectividade

· O Papa reafirma os fundamentos éticos da profissão do magistrado ·

Certeza do direito e equilíbrio dos poderes numa sociedade democrática encontram a sua síntese no princípio de legalidade, em defesa do qual o magistrado age com independência e objectividade. Reafirmou o Papa dirigindo-se esta manhã, terça-feira 17 de Junho, aos membros do Conselho superior da Magistratura. «A sociedade italiana – frisou o Pontífice – espera muito da magistratura, sobretudo no actual contexto caracterizado, entre outras coisas, por um esgotamento do património de valores e pela evolução da organização democrática. Seja vosso compromisso não desiludir as legítimas expectativas das pessoas. Esforçai-vos por ser cada vez mais exemplo de moralidade íntegra para toda a sociedade». E neste contexto o Papa indicou dois modelos de referência: «Vitorio Bachelet, que guiou o Conselho Superior da Magistratura em tempos de grandes dificuldades e foi vítima da violência dos chamados “anos de chumbo”» e «Rosário Livatino, assassinado pela máfia, do qual está a decorrer a causa de beatificação». «Eles ofereceram - disse – um testemunho exemplar do estilo próprio do fiel leigo cristão: leal às instituições, aberto ao diálogo, firme e corajoso na defesa da justiça e da dignidade da pessoa humana».

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18 de Agosto de 2019

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