Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Igualdade de sexos

· O filme ·

Inglaterra, 1968: a fábrica da Ford é o coração industrial do Essex, com os seus cinquenta e cinco mil operários. Mas se os homens trabalham no novo departamento, 187 mulheres cozem os assentos de pele na parte da fábrica construída em 1920 que, no sentido real da expressão, cai aos pedaços. E quando as trabalhadoras encontrar-se-ão classificadas como operárias sem qualificações será a última gota de água. Com coragem, determinação e uma boa dose de ironia, conseguirão fazer-se ouvir por sindicatos, comunidade local e governo, chegando a meter as bases da lei inglesa sobre a igualdade de direitos e salário. Mas não será fácil: por detrás da famosa greve de 1968, na realidade, não houve somente o aspecto público da reivindicação. Talvez tinha sido mesmo a dimensão pessoal e familiar a mais difícil de gerir. São todos aspectos que o filme do realizador britânico Nigel Cole Igualdade de sexos (Made in Dagenham, 2010) consegue colher e narrar – também graças às interpretações de Sally Hawkins, Miranda Richardson e Rosamund Pike – com uma grande mestria. Cinematográfica e histórica. (@GiuliGaleotti)

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

24 de Outubro de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS