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Hino às mães

· ​Na audiência geral o Papa Francisco falou sobre a família ·

Pouco ouvidas, pouco ajudadas, frequentemente exploradas até «para economizar nas despesas sociais», as mães são hoje o único antídoto verdadeiro ao individualismo egoísta que desumaniza a sociedade. A elas o Papa Francisco dedicou a catequese da audiência geral de quarta-feira, 7 de Janeiro, a primeira do novo ano, evidenciando que «uma sociedade sem mães seria desumana, porque as mães sabem testemunhar sempre, inclusive nos piores momentos, a ternura, a dedicação e a força moral».

O Pontífice observou que também nas comunidades cristãs o papel central das mães nem sempre é considerado. E com frequência passam em silêncio os «muitos sacrifícios» feitos em prol dos próprios filhos – «recordo em casa, éramos cinco filhos e enquanto um de nós fazia uma travessura, o outro já pensava em outra e a nossa pobre mãe corria de um lado para o outro, mas era feliz», disse – sem contar «a luta diária para ser ser eficientes no trabalho e atentas e carinhosas em família» e não são valorizadas as suas aspirações «para exprimir os frutos melhores e autênticos da sua emancipação».

Na realidade são precisamente as mães que testemunham «a beleza da vida» e «o sentido mais profundo» da fé através do que o arcebispo Oscar Arnulfo Romero definia um «martírio materno». Porque – explicou Francisco – «ser mãe não significa só pôr um filho no mundo, mas é também uma escolha de vida». E isto, frisou, é «grandioso» e «bonito».

Texto da catequese do Papa

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20 de Agosto de 2019

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