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Há necessidade de paz

· ​No Angelus o Papa pediu que o acompanhem com a oração durante o encontro de terça-feira em Assis ·

«Terça-feira irei a Assis. Convido as paróquias, as associações eclesiais e os fiéis individualmente do mundo inteiro a viver este dia como uma jornada de oração pela paz», pediu o Papa no final do Angelus de domingo 18 de setembro, na praça de São Pedro.

«Hoje mais do que nunca — constatou o Pontífice — temos necessidade de paz nesta guerra difundida em todo o mundo». Por isso, exortou: «Oremos pela paz!», com o mandato de seguir «o exemplo de são Francisco, homem de fraternidade e mansidão» porque, explicou, «somos todos chamados a oferecer ao mundo um forte testemunho do nosso compromisso comum em prol da paz e da reconciliação entre os povos». Depois de ter oferecido o modelo — o pobrezinho de Assis — o Papa sugeriu também as modalidades: «Cada um encontre tempo, quanto puder, para rezar pela paz. O mundo inteiro unido». Palavras que ressoaram no apelo dirigido pelos representantes pontifícios (reunidos com Francisco no Vaticano de 15 a 17 para a celebração do jubileu extraordinário da misericórdia) à comunidade internacional e a quantos têm responsabilidades de governo, a fim de que trabalhem ainda mais eficazmente para pôr fim à violência e para resolver pacificamente os conflitos em várias partes do mundo. Ao mesmo tempo, os núncios apostólicos manifestaram solidariedade a todas as vítimas inocentes e a quantos padecem discriminações e perseguições por causa da fé religiosa e por eles elevaram a oração ao Pai de toda a misericórdia.

Antes da recitação do Angelus, meditando como de costume sobre o Evangelho dominical, o Pontífice tinha comentado a parábola do administrador infiel e corrupto, apresentado por Lucas como «exemplo de astúcia». «Trata-se — disse atualizando os seus conteúdos — de se afastar do espírito e dos valores do mundo, que tanto agradam ao diabo, para viver segundo o Evangelho». De resto, acrescentou, «a mundanidade manifesta-se com atitudes de corrupção, engano e opressão, e constitui a via mais errada, a senda do pecado, porque uma leva à outra». Eis então que «o percurso da vida comporta necessariamente uma escolha entre dois caminhos: entre honestidade e desonestidade, entre fidelidade e infidelidade, entre egoísmo e altruísmo, entre bem e mal». Contudo, «não se pode oscilar entre uma e outra, porque se movem segundo lógicas diversas e contrastantes».

Angelus do Papa

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17 de Outubro de 2019

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