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Frutos de paz para o mundo

· ​Na mensagem «urbi et orbi» o Papa invocou o fim do extermínio na Síria e a reconciliação na Terra Santa ·

Pôr fim ao extermínio «na Síria martirizada», reconciliar os povos da Terra Santa «também nestes dias ferida por conflitos», encorajar o diálogo na Coreia. Sem esquecer todos os teatros de tensão e violência: Ucrânia, Venezuela, Iémen, Sudão do Sul. Ao meio-dia de domingo 1 de abril, da varanda central da basílica de São Pedro, o Papa Francisco na tradicional mensagem pascal «urbi et orbi» invocou vigorosamente a paz, desenhando um mapa das situações mais críticas do planeta.

Começando precisamente pela Síria, «cuja população – recordou – está exausta por causa de uma guerra que não vê o fim». Com os votos de que «a luz de Cristo Ressuscitado ilumine as consciências de todos os responsáveis políticos e militares, a fim de que se ponha termo imediatamente ao extermínio em curso, se respeite o direito humanitário» e se facilite «o acesso às ajudas das quais estes nossos irmãos e irmãs têm urgente necessidade, garantindo condições adequadas para o regresso» dos deslocados.

Ampliando depois o olhar a toda a região médio-oriental, o Pontífice invocou «frutos de reconciliação para a Terra Santa», onde precisamente nos mesmos dias «conflitos abertos não poupam os inermes» e para toda a região «a fim de que o diálogo e o respeito recíprocos prevaleçam sobre as divisões e sobre a violência. Possam os nossos irmãos em Cristo – foi a sua invocação – que com frequência são vítimas de injustiças e perseguições, ser testemunhas luminosas do Ressuscitado».

Em seguida o Papa dirigiu o pensamento «para aquelas partes do continente africano atormentadas pela fome, por conflitos endémicos e pelo terrorismo», na esperança de que «a paz do Ressuscitado cure as feridas: abra os corações ao diálogo e à compreensão». Também porque, insistiu falando do Sudão do Sul, com frequência as vítimas de determinadas guerras são «sobretudo as crianças».

Depois de ter mencionado também as situações problemáticas na Ásia, na América Latina e na própria Europa, o Pontífice expressou o desejo de uma sociedade que deixe de «descartar» os mais frágeis, começando pelos mais pequeninos e pelos idosos; voltando a pedir que se preste atenção aos refugiados, para que «não falte a solidariedade para as numerosas pessoas obrigadas a abandonar as próprias terras e privadas do mínimo necessário para viver». E deste modo, Francisco relançou a sua importante mensagem que distinguiu a semana santa, que culminou nas duas celebrações de Páscoa: a vigília de sábado à noite na basílica vaticana e a missa no domingo de manhã no adro. Uma mensagem que ecoou também no Regina caeli recitado com os fiéis presentes na praça de São Pedro na segunda-feira do Anjo.

Homilia da vigília  

Missa de domingo de Páscoa

Mensagem à cidade e ao mundo

Regina caeli na segunda-feira do Anjo  

Edição em papel

 

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Praça De São Pedro

19 de Agosto de 2019

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