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Flores coreanas à Salus populi Romani

Promessa mantida: o perfumado ramo de flores que Mary sol ofereceu ao Papa Francisco na manhã de segunda-feira, 18 de Agosto, em Seul, diante da nunciatura apostólica na Coreia, está agora aos pés da Salus populi Romani. Logo que chegou da sua visita apostólica ao país do «calmo amanhecer», o Pontífice levou-o à basílica de Santa Maria Maior.

Tinha prometido que aquele gesto delicado, aquela oferta da pequenina coreana, tão rica na sua simplicidade, teria sido destinada a Nossa Senhora. Em Roma. E assim, ainda antes de regressar ao Vaticano, pediu para ir à basílica liberiana.

A visita à Virgem estava programada. De facto, por ocasião da sua primeira viagem fora dos confins italianos, ao Rio de Janeiro em Julho de 2013, o Papa Francisco inaugurou este costume – depois renovado em Maio passado por ocasião da visita à Terra Santa – de ir rezar diante daquela imagem querida à devoção dos romanos: tanto nas vésperas da partida, para recomendar a sua peregrinação, como ao regressar, para uma oração de agradecimento. Desta vez o raminho de flores para levar em homenagem já estava pronto: flores com as cores da Coreia. Confidenciou o Papa aos jornalistas durante o encontro a bordo do avião na viagem de regresso. Mas quando a menina coreana lhe ofereceu o seu pequeno dom, o Pontífice espontaneamente pensou colocar aquele simples sinal de devoção do povo coreano no altar da Salus populi Romani. E assim fez. Acolhido por alguns sacerdotes, numa basílica quase deserta, o Papa Francisco prestou homenagem a Nossa Senhora. Depois sentou-se e permaneceu em profundo recolhimento. Ouve quem o reconheceu e se aproximou. Depois, no momento de deixar a basílica, o início de um aplauso e a troca de saudações e sorrisos com os poucos presentes. Chegou ao Vaticano por volta das 19h30. E esta manhã, mais um pensamento à Coreia num tweet: «Obrigado, amigos coreanos! Com a ajuda de Deus, voltarei em breve à Ásia! #Philippines #SriLanka».

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20 de Agosto de 2019

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