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A fim de tutelar os direitos do trabalho

· Na plenária de Iustitia et Pax o Pontífice indica a necessidade de salvaguardar o Estado social e promover uma redistribuição da riqueza e da soberania ·

A necessidade de tutelar os direitos do trabalho e de promover reformas orientadas à redistribuição da riqueza e da soberania foi indicada pelo Papa aos participantes na plenária do Pontifício Conselho justiça e paz, recebidos em audiência na manhã de quinta-feira 2 de Outubro, na Sala Clementina.

«Um dos aspectos do hodierno sistema económico – frisou o Pontífice – é a exploração do desequilíbrio internacional nos custos do trabalho, que se serve de milhões de pessoas que vivem com menos de dois dólares por dia. Tal desequilíbrio não só não respeita a dignidade de quantos alimentam a mão-de-obra a baixo preço, mas destrói também fontes de trabalho nas regiões onde ele é mais tutelado. Surge então o problema de criar mecanismos de tutela dos direitos do trabalho, e também do meio ambiente, na presença de uma crescente ideologia consumista, que não demonstra responsabilidade em relação às cidades e à criação». Para vencer as causas estruturais das desigualdades e da pobreza o Papa recomendou que não deve ser demolido o Estado de direito social e «em particular o direito fundamental ao trabalho». «Ele – disse – não pode ser considerado uma variável que depende dos mercados financeiros e monetários. É um bem fundamental relativo à dignidade, à formação de uma família, à realização do bem comum e da paz».

Texto integral do discurso do Papa 

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23 de Outubro de 2019

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