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Figura universal

· ​O romance ·

«As grandes dificuldades são o sal da vida; é preciso lutar para defender aquilo em que se crê»: assim o escritor espanhol Jesús Sánchez Adalid (juiz que se tornou sacerdote) apresenta o seu último romance Y de repente, Teresa (Ediciones B, 2014). No centro a Inquisição espanhola do século XVI, «época difícil – explica – na qual ninguém estava livre de suspeitas. Teresa sofreu as penas próprias do seu tempo e, com a ajuda de Deus, foi em frente deixando-nos uma obra imprescindível. Sobre a Inquisição espanhola muito foi escrito: mas quase sempre com fantasia, enchendo-a de lugares-comuns que se repetem, apesar do escasso fundamento. No romance, procuro apresentar uma narração real e credível, na qual, de modo apaixonante, se descobrem a pouco e pouco os mistérios, os métodos, as leis internas e os procedimentos inquisitivos, tudo no âmbito do célebre segredo ao qual os inquisidores estavam vinculados. No meio de tudo isto uma mulher esforça-se por unir o presente e o eterno: separar a verdade da aparência e viver uma fé autêntica e uma espiritualidade pura: Teresa, a figura maior e universal da Espanha do século XVI, que não obstante a sua aguda intuição, a sua magistral escritura e a sua virtude comprovada, foi atormentada pelos inquisidores. Facto ocultado nos séculos seguintes, que hoje deve ser posto em evidência». (@GiuliaGaleotti)

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21 de Agosto de 2019

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