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​Festa de povo

· ​Cantos, músicas e danças acolheram o Pontífice em Nairobi ·

Cantos, músicas, danças e cores: porque na África a fé se exprime também com a linguagem corporal. Nestas latitudes a alegria e a oração encontram em tais manifestações a sua expressão mais natural. E assim o som dos tambores e o ritmo marcado pelos tradicionais Kayambas – grandes tábuas cheias de pedrinhas, feijões e sementes – tornou-se a trilha sonora do segundo dia do Papa no Quénia.

Foi uma grande festa de povo. A missa celebrada pelo Papa Francisco na quinta-feira 26 de Novembro em Nairobi, reuniu uma multidão de fiéis no campus da Universidade e no Uhuru Park – o mesmo onde há vinte anos celebrou João Paulo II – no qual foram montados os ecrãs gigantes. A alegria dos quenianos e o seu reconhecimento por terem sido os primeiros a receber o Pontífice na África foram envolventes. Apesar do tempo inclemente – fase final da estação das chuvas – desde as primeiras horas da manhã viam-se longas filas de pessoas a caminho na direcção do campus.

Francisco chegou de papamóvel, acolhido pelos cantos em língua suaili de um coro composto por elementos provenientes de todas as paróquias da capital. No grande altar que predominava sobre a esplanada concelebraram entre outros o cardeal arcebispo John Njue, os bispos do país, o cardeal Parolin, Turkson e Souraphiel, metropolita de Adis Abeba. Atrás da mesa eucarística foi colocada uma reprodução do Retorno do filho pródigo de Bartolomé Esteban Murillo, evocação visual do próximo jubileu da misericórdia.

Maurizio Fontana

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25 de Agosto de 2019

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