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A família não é ideologia

· O Papa Francisco recorda que as crianças têm direito de crescer com um pai e uma mãe e no Angelus convida a não ceder à tentação do conflito entre cidadãos e imigrantes ·

A família «tem uma força em si» e não poder ser qualificada «com conceitos de natureza ideológica», como «conservadora» ou «progressista». Recordou o Papa Francisco na segunda-feira 17 de Novembro, na Sala do Sínodo, aos participantes no congresso sobre a complementariedade entre homem e mulher, promovido pela Congregação para a doutrina da fé. Ao reafirmar que a família constitui «a primeira escola» onde se aprende «a arte de viver juntos» e «o lugar principal no qual começamos a “respirar” valores e ideais» o Pontífice disse que está cinte de que as famílias podem ser um «lugar de tensões: entre egoísmo e altruísmo, entre razão e paixão, entre desejos imediatos e objectivos a longo prazo».

Contudo, é igualmente verdade, especificou, que elas «oferecem também o âmbito no qual resolver estas tensões». Daqui o convite a «promover uma nova ecologia humana», insistindo sobre «os pilares fundamentais que regem uma nação», na base dos quais está precisamente a família, como garantia sólida «contra a desintegração social». Durante a audiência Francisco anunciou também que no mês de Setembro de 2015 irá a Filadélfia para o oitavo encontro mundial das famílias.

E a família esteve também no centro do discurso entregue poucas horas mais tarde aos bispos do Zâmbia em visita «ad limina». Encontrando-se com eles, o Pontífice quis reafirmar em particular que «quando a vida familiar está em perigo, também a vida de fé está em risco».

Precedentemente, no Angelus de domingo, o Pontífice tinha feito referência às tensões que se verificaram em Roma entre residentes e imigrantes, convidando «a não ceder à tentação do conflito» e «recomendando às paróquias que promovam espaços de encontro e de diálogo.

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21 de Agosto de 2019

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