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Experiência de fraternidade entre os povos

· Bento XVI no Angelus invoca o espírito da trégua olímpica na vigília dos Jogos na Grã-Bretanha ·

O Papa perturbado pela violência insensata em Denver e pelas vítimas do naufrágio em Zanzibar

O maligno procura sempre estragar a obra de Deus, semeando divisão no coração humano e também nos relacionamentos interpessoais, sociais e internacionais. É portanto necessário aproveitar a ocasião  representada pela realização dos já próximos Jogos Olímpicos em Londres e vivê-los como «uma experiência de fraternidade entre os povos da Terra». Por isso, Bento XVI – dirigindo-se aos numerosos peregrinos que foram ontem, domingo 22 de Julho, a Castel Gandolfo para o encontro da oração mariana -  pediu que rezassem, demonstrando como a Igreja católica olha para este acontecimento de importância mundial e de «grande valor simbólico», com «particular simpatia e atenção».

Inspirando-se na liturgia dominical, o Papa recordou que «o maligno semeia guerra», enquanto «Deus cria paz». Para responder a este desafio e realizar aquela obra de reconciliação radical da qual o mundo tem urgente necessidade, é preciso percorrer de novo os passos de Jesus e fazer-se «Cordeiro». O Pontífice acentuou de modo particular a grande oportunidade que os Jogos Olímpicos representam precisamente neste sentido e reafirmou o conceito pouco antes expresso, também na saudação dirigida a alguns grupos de fiéis de língua inglesa presentes no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo. Evocou também a este propósito o antigo «espírito da trégua olímpica», invocado nos primórdios da manifestação na antiga Grécia, para pedir uma trégua entre os beligerantes a fim de garantir aos atletas  que chegavam a Olímpia a passagem tranquila nos territórios inimigos. Sempre nas palavras dirigidas aos fiéis provenientes de diversos países do mundo, o Pontífice revelou que «permaneceu profundamente perturbado com a insensata violência que se desencadeou em Aurora», cidade na província de Denver nos Estados Unidos da América, e «entristecido pela perda de vidas humanas» no desastre do ferryboat naufragado  nas redondezas de Zanzibar, na Tanzânia. Garantiu participação e proximidade às famílias das vítimas e dos feridos «sobretudo das crianças».

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8 de Dezembro de 2019

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