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​Exemplo de reconciliação

· ​No primeiro dia da visita a Cuba o Papa encorajou o processo de normalização das relações com os Estados Unidos. Aos religiosos recomendou espírito de pobreza e aos jovens pediu que não percam a capacidade de sonhar ·

O Papa foi a Cuba para encorajar os responsáveis políticos a desenvolver todas as potencialidades do país, ao serviço da paz, do bem-estar do povo e da reconciliação. Quando chegou a Havana, na tarde de sábado, 19 de Setembro, Francisco apresentou imediatamente os temas que caracterizarão a décima viagem internacional do Pontificado, pondo no centro o seu desejo de paz. E se a palavra paz já tinha começado a ressoar na tradicional saudação aos jornalistas durante o voo de Roma para a ilha caribenha, com maior ênfase foi reproposta pelo Papa à sua chegada, juntamente com o encorajamento a levar em frente o processo de normalização das relações com os Estados Unidos. Um apelo lançado na presença do presidente Raúl Castro, que o recebeu no aeroporto da capital e participou na missa dominical celebrada por Francisco na manhã do dia seguinte na praça da Revolução. Nessa ocasião o Pontífice recordou «o grande paradoxo de Jesus», explicando que a lógica evangélica exige que sirvamos os outros e não que nos sirvamos dos outros. Uma mensagem que vale não só para Cuba mas para toda a América Latina, para cujos horizontes Francisco olhou no Angelus sucessivo, marcado pelo convite à pacificação da Colômbia. A manhã concluiu-se com um encontro particular com Fidel Castro.

A segunda parte do dia foi ainda mais intensa: indo em visita ao palácio presidencial, o Papa improvisou uma visita à igreja do Sagrado Coração, oficiada pelos jesuítas e depois se encontrou com os religiosos e com os jovens. Ambos os encontros – o primeiro na catedral, o segundo no Centro cultural intitulado a padre Félix Varela – Francisco deixou de lado os textos preparados e pronunciou dois discursos improvisados, recomendando aos consagrados o espírito de pobreza e às novas gerações pediu que não percam a capacidade de sonhar.

Na segunda-feira 21 o Papa deixou a capital cubana, indo a Holguín para ali celebrar a missa e conceder a bênção à cidade, antes de ir a Santiago de Cuba, terceira e última etapa da permanência na ilha.

Discursos do Papa Francisco

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17 de Agosto de 2019

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